quarta-feira, 29 de julho de 2009

Sergio Lopes, O lamento de Israel

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A benção e a prosperidade podem ser suas


Assim como um feixe de trigo a benção e a prosperidade de Deus sobre sua vida seja uma realidade! participe da família de Deus, participando de uma igreja evangélica, sendo batizado e usufruindo de um amor cristão e amizades verdadeiras em Cristo. Estamos aqui para te ajudar a vencer e se erguer na presença de Deus. Aceite a Cristo Jesus e receba a vitória em sua vida!

Considerações sobre o dízimo 3

COMENTÁRIO BÍBLICO SOBRE O DÍZIMO
Deus está claramente dizendo áquela nação, aos israelitas, que eles transgrediram a lei ao trazer os dízimos e as ofertas.Isto já não era novidade para eles, pois, foram advertidos pelo mesmo profeta anteriormente a esse respeito; como verificamos no capitulo 1º, versículos 8 e 13,14, que diz: "Porque quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não faz mal!...ora, apresenta-o ao teu príncipe;terá ele agrado em tí?". Os versículos 13 e 14 dizem assim:"E dizeis:eis aqui, que canseira!e o lançaste ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos;vós ofereceis o roubado, o coxo, e o enfermo; assim fazeis a oferta.Serme-á isto aceito da vossa mão? diz o Senhor.
Pois maldito seja o enganador que, tendo animal no seu rebanho, promete e oferece ao Senhor uma coisa vil; porque eu sou grande Rei, diz o Senhor dos exércitos, o meu nome será termendo entre as nações".
A diferença entre as acusações do capitulo 1º e o 3º é que neste último é acrescentado o dízimo como principal omissão no tratamento da entrega das ofertas, e o 1º se refere somente a ofertas.
A diferença marcante entre dízimo e oferta era de quantidade e maneira (ritual) de oferecimento.Tanto o dízimo quanto as ofertas tinham leis específicas regulamentando a forma de como seriam oferecidos.
O problema com o povo de Israel não era própriamente a falta da entrega do dízimo(como sugerem alguns pregadores atuais), mas era a maneira errônea de como estavam entregando, tanto o dízimo quanto as ofertas.
Voltemos ao texto anterior do capítulo 3 de Malaquias, versículo 7 ao 9:"Roubará o homem a Deus?".A resposta vem logo após a interrogação: "Todavia vós me roubais". Sendo o próprio Deus falando não temos o que refutar. O povo era ladrão e estava roubando nada mais nada menos do que alguém superior,que conhece e desvenda mistérios, que conhece o pensamento, e sabe o presente o passado e o futuro.Alguém de quem não se consegue esconder nada, pois nada está oculto á ele. é o próprio Deus a quem eles estavam roubando.
A pergunta lógica deles é:"em que te roubamos?" ou melhor, como é possivel roubar a ti,Senhor? aquelas pessoas raciocinaram de uma forma correta. Como nós simples mortais podemos roubar a Deus, que é sabedor de todas as coisas, a quem pertence tudo, incluindo a nós mesmos, que somos obras de suas mãos, ovelhas de seu pastoreio?(veja salmos 100:3 e Salmos 24:1).Como podemos roubar a Deus se ele é dono do ouro e da prata e tudo a ele pertence? ( veja I Crônicas 29:14 e Ageu 1:8 ). Como podemos reter algo, que embora esteja conosco, já não nos pertence, mas o legítimo possuidor de tudo é o próprio Deus?
Pelos textos acima mencionados podemos dizer que a idéia de o homem roubar a Deus é algo inconcebível racionalmente, diante da natureza e da grandiosidade dele.É como se Deus tivesse algum ponto fraco e nos aproveitássemos dele, para fazer algo escondido.Sabemos que é impossivel enganar a Deus e ao seu Espírito, pois, ele tudo perscruta, ele sabe tudo, e tudo conhece. Como poderíamos roubar a Deus? ou enganá-lo?Certamente não há meio de fazer isto. "Para onde fugirei da tua face?" pergunta o salmista em 139:7.Um ótimo exemplo disto é Ananias e Safira que morreram na presença de Deus por tentar enganá-lo.(veja atos dos Apóstolos 5:1 a 10).
Voltando ao texto de Malaquias podemos entender claramente que o roubo a que se refere o texto é deixar de entregar algo bom, perfeito,inteiro, com sinceridade; pois até o roubado eles traziam. E não o deixar de entregar.O roubo,na verdade era o engano. Aquelas pesoas pensavam que podiam ludibriar a Deus, ou pelo menos a quem eles viam, os sacerdotes do culto judaico, que na verdade estavam na mesma situação do povo, pois, viam as ofertas que o povo trazia e não denunciavam, pelo contrário, as recebiam.
Estavam cansados de todos os anos terem de trazer grandes ofertas e dízimos para Jerusalém onde era realizado o culto dos sacrifícios e onde eram efetuadas as entregas das ofertas e dízimos.
Vale lembrar que os dízimos nunca eram entregues em dinheiro e sim em bois, ovelhas ou os produtos da terra; cereais e frutas. Nunca a bíblia cita o dízimo em dinheiro. Ao contrário das ofertas que eram tanto em bens, que são resutado do trabalho e os produtos da terra, como em dinheiro. Veja as seguintes referências bíblicas: Marcos 12:41 a 44;Lucas 21:1 a 4;I Crônicas 29:1;II Crônicas 1:6;Exõdo 25:1 a 7;Exôdo 30:13;Exôdo 35:4 a 9 e 20 a 29;Levítico 1:2 e 3;Levítico 2:1,5,7,11 a 15;Levítico 5:14 e outros.